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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Calúnia contra os alimentos crus





"Olá, Pessoal
Segue abaixo um depoimento e desabafo de um médico que respeito e admiro muito, realmente compromissado com a saúde pública e com os príncipios da verdadeira medicina de Hipócrates, Dr. Alberto Peribanez Gonzalez.
Um grande abraço,
France"
Calúnia contra os alimentos crus
O que ocorre na Alemanha é uma campanha vergonhosa contra os alimentos naturais, orgânicos e vivos. Toda acusação de hortaliças, pepinos e dos brotos de sementes germinadas é improcedente. Isto é um abuso. Todos os que conhecem microbiologia sabem as cepas letais de Escherichia coli e bactérias em geral crescem em matéria desvitalizada - como laticínios e carne.
Os alimentos vivos são aqueles que contam com o menor número de bactérias por grama (500 unidades), quando comparados a qualquer outro tipo de alimento.

Esta campanha visou desviar a atenção da opinião pública mundial do verdadeiro pivô da crise: a carne de porco. Neste momento, todas as mostras de carne infectada devem estar devidamente incineradas e enterradas. Uma verdadeira operação foi montada para evitar a real notícia, que levaria à quebra da industria de carne de porco. Trata-se do alimento mais importante do país mais importante da comunidade européia.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Sucos Verdes - Uma revolução

Oi, pessoal
Segue abaixo um excelente texto escrito pelo culinarista vivo Flávio Passos destacando os benefícios de se consumir sucos verdes.
Nós aqui em casa adoramos! Nada melhor do que começar o dia promovendo uma desintoxicação em nossas células e nutrindo-as ao mesmo tempo. Espero que gostem e façam suas experiências. Um grande abraço!

Por Flávio Passos

Verduras, ou folhas verdes comestíveis, são alimentos simplesmente maravilhosos. Sua ingestão traz uma série de benefícios ao organismo. Consistem numa farta e segura fonte de minerais, como cálcio, magnésio, fósforo, potássio, vitaminas diversas, aminoácidos, enzimas e muita vitalidade.
Coletoras naturais de luz solar, as folhas verdes, quando deglutidas, liberam na corrente sanguínea uma substância que denominamos Clorofila, esta magnífica molécula verde, o verdadeiro sangue do reino vegetal! É algo fascinante perceber a semelhança de uma molécula da clorofila com a de hemoglobina. Apenas uma ligação química as diferencia.
Os verdes podem ser vistos como luz do sol comestível, uma vez que a Clorofila que colore suas folhas é a responsável pela captura e processamento da energia que é irradiada pelo astro-rei. Clorofila é luz líquida! Consumí-la regularmente é como banhar os órgãos internos em luz solar, vivificando e renovando todo o sistema de nosso organismo. É como abrir as janelas da casa num dia ensolarado. Não torna o ambiente mais agradável?
A Clorofila é fonte primária de alimentação dos animais herbívoros. Observe os cavalos, as vacas e os elefantes, que não comem carne e ovos, não bebem leite (depois da infância), não comem soja (naturalmente), nem feijões de qualquer tipo, no entanto, apresentam notável corpulência e massa muscular. Comem é muito capim! E o que existe no capim? Minerais, aminoácidos e... Clorofila!
Se não como carne, soja, leite ou ovos, onde posso conseguir as proteínas que meu corpo necessita?
Aprendemos nas aulas de Ciência que as proteínas são compostas por diversos aminoácidos, assim como um jardim por diversas flores. Os aminoácidos são os precursores das proteínas!
É surpreendente o quão pouco se conhece de que os verdes figuram entre as melhores e mais completas fontes de aminoácidos biodisponíveis. Essa informação significa que o consumo de uma quantidade e variedade apropriada de verduras fornece o necessário para a síntese de qualquer proteína que o corpo necessite. Sem que, para tanto, torne-se preciso intoxicar a corrente sanguínea com substâncias impróprias, como os antinutrientes da soja, os antibióticos e hormônios artificiais ou naturais presentes na carne e no leite, além das diversas substâncias que causam ao organismo dificuldades desnecessárias.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Como é nosso corpo?



O corpo é a "máquina elétrica" mais incrível. Uma máquina regulada por um computador eletroquímico conhecido como o cérebro. Cada indivíduo é o condutor e guardião de sua própria mente e corpo. Cada um de nós tem uma grande responsabilidade para com o próprio corpo e sua significância aqui na Terra. Devemos entender, compreender e manter saudável (pacificamente) as partes deste complexo mecanismo. Como qualquer máquina, o corpo requer manutenção contínua (amorosa e qualificada) para que possa funcionar com plenitude e harmonia metabólica a todo tempo.

Essa "possessão" preciosa funciona em quatro partes:

1. Primeiro tem o esqueleto, que sustenta e mantém coesa toda a estrutura, composto de ossos, ligamentos e juntas, além dos músculos, que permitem a estrutura ser flexível e móvel.

2. A segunda parte é o sistema cardiovascular, composto pelo coração, artérias e vasos sanguíneos, além dos líquidos que por elas circulam, provendo nutrição e também removendo os excretos e toxinas.

3. A terceira parte é composta por diversos órgãos, todos com suas especialidades, mas integrados como numa orquestração desta mais maravilhosa criação de Deus, o corpo humano. Estes órgãos incluem os pulmões, o fígado, os rins, o pâncreas, os intestinos, etc.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Gordura Vegetal Hidrogenada (Gordura Trans)


Desconfie dos alimentos sequinhos. Aqueles que são fritos, mas não ficam oleosos. A receita desse "milagre" chama-se gordura hidrogenada e, ao contrário do que pensa a maioria, faz muito mal à saúde.

Estudos recentes mostram que esse tipo de gordura é pior que a saturada - de origem animal - do ponto de vista cardiovascular. A causa: ela "plastifica" os vasos, levando a infartos e derrames.

Quem garante é a endocrinologista Rosina Erthal Vilella, que pesquisa o assunto há anos e explica o mal que faz essa gordura, também chamada de "Trans".

O problema, segundo ela, é que os alimentos hidrogenados não se resumem a frituras. biscoitos, sorvetes, chocolate, macarrão de preparo rápido, chips e temperos prontos, só para citar alguns exemplos, fazem parte da grande lista.

E o preocupante, de acordo com Rosina, é justamente a variedade de alimentos que levam esse tipo de gordura, porque eles acabam sendo ingeridos por crianças, jovens, adultos e idosos.

"As pessoas estão sendo enganadas. Acreditam que estão comendo algo que faz bem, ou não faz tão mal para a saúde. E, na verdade, é justamente o oposto", diz ela.

A gordura hidrogenada é uma gordura vegetal que foi criada pela indústria para ser uma alternativa à gordura saturada, a do bacon, da lingüiça, da picanha, etc. Mas como não existe gordura no mundo vegetal somente óleos, foi criado, então, um processo de transformação desses óleos vegetais em gordura sólida.

Aí começa o problema. Os óleos são colocados em uma câmara com gás hidrogênio, - daí o nome hidrogenada - com alta pressão e alta temperatura e o resultado não seria bem visto - e muito menos comido - por ninguém.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Higienismo



Olá, Amigos
Aqueles que me conhecem sabem que estou sempre pesquisando, estudando e experimentando tudo o que se refere à alimentação saudável.
Nosso corpo como nosso templo, deve-se também tornar nosso laboratório.
Cada um deve experimentar e descobrir o melhor alimento para tornar seu  corpo cada dia mais saudável.
Por isso, façam suas experiências e vejam os resultados.
Abaixo segue um texto sobre Higienismo um estilo de alimentação que prioriza os alimentos crus e a combinação dos alimentos.

Higienismo

Mais do que um regime, o higienismo é uma filosofia de vida. Segundo seus princípios, quem o pratica perde peso, restabelece a saúde, e recupera a disposição e a alegria de viver.
O higienismo está baseado em 5 princípios:
  • ingerir 70% dos alimentos crus
  • não comer em excesso
  • evitar alimentos que produzam toxinas
  • combinar os alimentos corretamente
  • respeitar as etapas do processo de digestão
O consumo de alimentos in natura (crus) é importante porque eles são uma preciosa fonte de enzimas, fibras e líquidos.

Para entender melhor, as enzimas são o princípio vital das moléculas das células e um elemento indispensável para que certas reações químicas aconteçam no nosso organismo. Elas estão presentes em frutas, verduras e legumes crus, já que são sensíveis a temperaturas acima de 80°C e, quando cozidas, morrem. As fibras -- encontradas em abundância nesses alimentos -- têm papel muito importante na eliminação de gorduras e toxinas porque agem como verdadeiras "vassourinhas detergentes" no intestino. Já os líquidos ajudam a manter os 70% de água que há em nosso corpo em perfeito equilíbrio.

Parcerias que não funcionam

No higienismo é também muito importante observar as combinações entre os alimentos, para não cometer erros na dieta.

1) Frutas com qualquer outro tipo de alimento

Frutas só combinam com frutas. Seu tempo de digestão é de 30 minutos. Se for associada com outro alimento ficará muito mais tempo no estômago, fermentando e estragando tudo o que estiver junto com ela. Portanto, após comer uma fruta, espere no mínimo meia hora antes de ingerir outra coisa. E não as coma como sobremesa. Em tempo: frutas secas demoram cerca de uma hora para serem digeridas, mas podem ser combinadas com as frescas na mesma refeição. E há algumas neutras, como limão e abacate, que podem ser usadas em pratos de saladas como ingrediente ou tempero.

2) Proteínas com carboidratos

Os vegetais crus combinam com tudo, menos com as frutas. O tempo de digestão das proteínas (carnes, ovos, leite e derivados, leguminosas) é de 4 horas. Dos carboidratos (batata, raízes, cereais, massas e farináceos) cerca de 3 horas. Cada um desses alimentos precisa de um suco digestivo diferente para ser digerido, e esses sucos não combinam entre si. Em outras palavras: se consumir proteína e carboidrato na mesma refeição, a reação química entre eles será neutralizada e a digestão anulada (carboidratos precisam de meio alcalino para digestão e as proteínas precisam de meio ácido). Conclusão: depois de comer uma proteína, aguarde pelo menos 4 horas antes de ingerir outro alimento. Após comer um carboidrato, espere 3 horas.


3) Proteínas com proteínas

Não combine numa mesma refeição duas proteínas diferentes. Exemplos: bife à parmigiana (carne + queijo), omelete de queijo (ovos + queijo), bife a cavalo (carne + ovo). Quando ingeridas simultaneamente, o organismo não consegue processá-las direito e acabam apodrecendo no estômago.

4) Líquidos e sólidos

Tomar líquidos durante a refeição dilata o estômago e atrapalha a digestão, já que dilui os sucos digestivos e diminui seu poder de atuação. Portanto, beba líquidos até 10 minutos antes ou 2 horas depois. Mas é importante a ingestão de pelo menos 2 litros por dia, pois ajuda na eliminação das toxinas.

Respeitar as etapas do processo digestivo

Depois de escolher os alimentos corretos, é hora de aprender a comê-los de acordo com os ciclos determinados pelo higienismo. Abaixo você vai saber que existe o momento certo para ingerir alimentos, assimilar nutrientes e eliminar resíduos. Veja só:

Eliminação (das 04:00 h às 12:00 h): momento em que o organismo se livra dos resíduos não aproveitados. Os únicos alimentos liberados nesse horário são as frutas.

Ingestão (das 12:00 h às 20:00 h): período que devem ser feitas as refeições (almoço e jantar)

Assimilação (das 20:00 h às 04:00 h): durante este período não se pode comer nada; o organismo está assimilando os alimentos ingeridos durante o dia.

Uma alimentação inteligente, a prática de atividades físicas, dormir bastante e ter contato com as pessoas e com a natureza de forma harmoniosa não só trazem qualidade de vida, mas também bem estar para as pessoas.

Não seria hora de começar a mudar nossos hábitos?

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Em defesa da comida - Um manifesto

 

Livro de Michael Pollan

 

"Coma apenas o que sua avó reconheceria como comida."

 

"Coma comida. Não em excesso. Principalmente vegetais." Eis a primeira recomendação de Michael Pollan, autor de "O dilema do onívoro", em seu novo livro "Em defesa da comida - Um manifesto", que a editora Intrínseca lança no Brasil.

Sucesso de vendas nos Estados Unidos, a obra, publicada em janeiro de 2008 e que, desde então, mantém-se em primeiro lugar na lista de best-sellers do New York Times, conquistou crítica e leitores por propor a volta à alimentação tradicional, orgânica e saudável dos nossos avós e a valorização do ato social e cultural de comer. Michael Pollan dá dicas de como qualquer um pode se alimentar com "comida de verdade".

Com um texto simples, de fácil compreensão, mas aprofundado, crítico e politizado, Pollan disseca as contradições do marketing da indústria alimentícia, que movimenta 32 bilhões de dólares nos Estados Unidos, e a produção de alimentos norte-americana e suas suspeitas relações com cientistas, sistema de saúde, órgãos governamentais de regulamentação e a mídia.

Em uma reportagem convincente e envolvente, ficamos estarrecidos com fatos como a nova alegação nutricional da agência norte-americana para regulamentação de alimentos e medicamentos (FDA) de que comer batatas fritas de determinada marca, por serem feitas com gordura poliinsaturada, pode ajudar a reduzir o consumo de gorduras saturadas, protegendo, portanto, o sistema cardiovascular. "Assim, uma famigerada porcaria pode passar pelo crivo da lógica nutricionista e sair do outro lado com aspecto de comida saudável", informa Pollan.

O autor explica como, a partir da década de 60, quando cientistas condenaram a gordura animal, só vemos a comida a partir de uma lógica nutricionista. O problema é que esses estudos científicos mudam e se contradizem com muita freqüência.

Um exemplo são os resultados de duas pesquisas de instituições renomadas nos EUA (Instituto de Medicina da Academia Nacional de Ciências e Harvard) sobre as gorduras ômega-3, publicados em 2006. Enquanto o primeiro estudo não encontrou provas conclusivas de que a substância fizesse muito bem ao coração, o outro trouxe a notícia promissora de que comer determinadas porções de peixe por semana (ou tomar cápsulas de óleo de peixe) diminui em mais de um terço o risco de morte por ataque cardíaco.

Segundo Pollan, como conseqüência dessa notícia, não tardará o momento em que cientistas da indústria da alimentação, visando a aumentar as vendas para o público preocupado com as doenças cardíacas, adicionarão óleo de peixes e algas a alimentos totalmente terrestres, como pães e massas, leite, iogurtes e queijos, sob a alegação de seus benefícios para a saúde do coração.

Essas observações nos rótulos dos alimentos industrializados, aliás, também são condenadas pelo escritor. E o argumento é simples: "alegações desse tipo num produto alimentício são forte indício de que não se trata de fato de comida", explica. Michael Pollan acredita que alimentos frescos e integrais são melhores do que os industrializados. É o que significa a recomendação "coma comida", citada logo no início.

Embora existam milhares de substâncias comestíveis com aparência de comida no supermercado, tratam-se na, verdade, de bombas de açúcares, gorduras e muito sal. E não estamos falando apenas de fast-foods. Barras de cereais, bebidas energéticas, doces, entre outras delícias "inocentes", altamente industrializadas, produzidas em resposta aos anseios públicos por uma "alimentação mais saudável", que muitas vezes alegam não terem gorduras trans, colesterol ou calorias, apresentam altas doses de corantes, conservantes, glucose de milho e outras várias substâncias artificiais, que além de não fazerem bem ao organismo, não alimentam.

Outra recomendação de Pollan diz respeito a esses elementos artificiais cujos nomes mal se consegue dizer. "Evite comidas contendo ingredientes cujos nomes não se possa pronunciar", explica. Portanto, diante de uma lista de substâncias como "diglicerídeos hidrolizados", melhor não arriscar, porque não se trata de comida, mas de química. Produtos que, em geral, duram muito. Logo, outra dica do autor é "não coma nada que não possa um dia apodrecer" – porque se nem fungo quis comer, significa que não é comida!

Michael Pollan ataca, fundamentalmente, a dieta ocidental, que é mantida pela indústria alimentícia e se alastra com a globalização. A dieta ocidental se baseia em carboidratos refinados, como farinha branca e açúcar, que assim como o óleo vegetal refinado, são produtos da ciência alimentícia moderna. Essa dieta é apontada pelo autor como principal culpada pelas doenças crônicas de que temos sido vítimas na atualidade, como diabetes, AVC, câncer, doenças cardiovasculares, obesidade e outros males.

Antes de mais nada, uma alimentação saudável está baseada em alimentos frescos, encontrados em hortifrútis e feiras, onde a comida pode ser reconhecida de forma simples – rúcula, cenoura, ovo, carne, peixe etc. De preferência, de maneira equilibrada, sendo a carne um acompanhamento e não prato principal, por exemplo. De acordo com Pollan, ocorre nos Estados Unidos um paradoxo: as pessoas estão obcecadas por nutrição e dieta, mas continuam comendo mal. Uma nação de ortoréxicos.

O problema é que toda essa preocupação subtrai o prazer do ato de comer e, aposta o autor, a saúde e a felicidade em geral. Daí o paradoxo dos franceses (ou italianos, japoneses, chineses etc.), que adoram sua comida pesada, mas tem baixos índices de doenças cardíacas e os outros males crônicos da atualidade. A resposta de Pollan é simples: a dieta norte-americana, ocidental, é a única na qual o corpo humano não consegue se manter saudável.

"Em defesa da comida" defende, na verdade, uma relação saudável com a produção de comida (com respeito à terra) e com o prazer de se alimentar bem, de preferência com uma comida tradicional, feita em casa. Reforçar os valores culturais e familiares do ato de se alimentar. "Estamos entrando numa era de alimentação pós-industrial; pela primeira vez em uma geração é possível deixar para trás a dieta ocidental sem ter também que deixar para trás a civilização. (...) Este livro é o manifesto de alguém que come, um convite para que você se una ao movimento que está renovando nosso sistema alimentício em nome da saúde", explica Pollan.


MICHAEL POLLAN, autor de "O dilema do onívoro", best-seller considerado um dos 10 melhores livros de 2006 pelo New York Times, publicou The Botany of Desire e Second Nature. Professor de jornalismo da Universidade da Califórnia, em Berkeley, foi editor-executivo da revista Harper's, e colabora com a revista dominical do New York Times.


Recomendações de Michael Pollan para uma alimentação saudável:


1. Não coma nada que sua avó não reconhecesse como comida.

2. Evite comidas contendo ingredientes cujos nomes você não possa pronunciar.

3. Não coma nada que não possa um dia apodrecer.

4. Evite produtos alimentícios que aleguem vantagens para sua saúde.

5. Dispense os corredores centrais dos supermercados e prefira comprar nas prateleiras periféricas.

6. Melhor ainda: compre comida em outros lugares, como feiras livres ou mercadinhos hortifrútis.

7. Pague mais, coma menos.

8. Coma uma variedade maior de alimentos.

9. Prefira produtos provenientes de animais que pastam.

10. Cozinhe e, se puder, plante alguns itens de seu cardápio.

11. Prepare suas refeições e coma apenas à mesa.

12. Coma com ponderação, acompanhado, quando possível, e sempre com prazer.


domingo, 5 de dezembro de 2010

Macarrão instantâneo é campeão de sódio diz estudo da ANVISA



Biscoito de polvilho lidera na concentração de gordura trans, e refrigerante light tem mais sódio que o refrigerante normal, aponta estudo da Anvisa

Um estudo divulgado na quinta-feira (18/11) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aponta o macarrão instantâneo e os temperos prontos desse macarrão como os produtos com maior concentração média de sódio, dentre 20 categorias de alimentos industrializados analisados.

Na concentração de gordura saturada, salgadinho de batata frita e batata palha lideram a lista, com concentração média ligeiramente maior na batata palha. O biscoito de polvilho, segundo o estudo, é o campeão na concentração de gordura trans.

Entre os refrigerantes e sucos industrializados, o estudo constatou que os refrigerantes de baixa caloria têm mais sódio que os normais, e os néctares apresentam maior teor de açúcar que os refrigerantes e os sucos.

O sódio participa de funções básicas importantes do organismo, sendo responsável por equilibrar a quantidade de água, contrações musculares, impulsos nervosos e ritmo cardíaco entre outros. Entretanto, o excesso da substância é apontado como um dos responsáveis pelo aumento dos registros de doenças crônicas, como hipertensão, problemas cardíacos, de colesterol e de rins e obesidade.

A gordura saturada é de origem animal e encontrada, principalmente, em carnes vermelhas e brancas e leite e seus derivados. Para um bom equilíbrio nutricional, o organismo humano necessita desse tido de substância, mas em quantidades pequenas. “A questão é que quando consumida excessivamente, elas podem causar problemas cardiovasculares”, explica Mariana Del Bosco, nutricionista da Liga de Obesidade Infantil do Hospital das Clínicas da USP e responsável pelo Departamento de Nutrição da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (Abeso).

“Já as gorduras trans, devem ser evitadas. Não há benefício algum para a saúde humana derivado do consumo dessa substância”, alerta a especialista. “Esse tipo de gordura é responsável pela diminuição do colesterol benéfico ao organismo (HDL) e pelo aumento do colesterol ruim (LDL), elevando o risco de obesidade e complicações cardíacas”, explica. A gordura trans é produzida por meio de processos químicos e adicionada a produtos processados como margarina, biscoitos e sorvetes, além de melhorar o sabor, aumenta sua validade, tornando-os menos dependentes da refrigeração.

Um estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgado neste ano, aponta que metade da população brasileira está obesa ou tem sobrepeso, e a cada três crianças, uma é gordinha ou obesa. Uma das causas apontadas foi o aumento do consumo de produtos industrializados.

Este relatório da Anvisa também alerta para o risco dos exageros no consumo de industrializados. “A crescente oferta de alimentos industrializados (ricos em gorduras, açúcares e sódio), a facilidade de acesso a esses alimentos com alta densidade energética e às vezes com preços mais baixos, a redução da atividade física e do consumo de alimentos mais saudáveis, como cereais, leguminosas, frutas e verduras, decorrente do estilo de vida da população, resultaram em alterações dos padrões do estado nutricional com um aumento da prevalência de sobrepeso e da obesidade e a diminuição da incidência de desnutrição, caracterizando assim a transição nutricional da população brasileira”, afirma um trecho do relatório.

De acordo com o estudo, a quantidade de sódio presente em apenas uma porção de macarrão instantâneo, chega a ser superior a uma colher rasa de sal, equivalente a toda quantidade recomendada de consumo da substância para um dia inteiro.

“Em algumas amostras ficou constatado que, ao comer uma única porção do macarrão instantâneo, a pessoa está ingerindo 167% do sódio recomendado para ser consumido durante todo dia”, explica a diretora da Anvisa, Maria Cecília Brito.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2001, 60% do total das 56,5 milhões de mortes notificadas no mundo foi resultado de doenças crônicas não transmissíveis. Além disso, o aumento da pressão arterial no mundo é o principal fator de risco de morte e o segundo de incapacidades por doenças cardíacas, acidente vascular cerebral (AVC) e insuficiência renal.

Ainda segundo a pesquisa, a quantidade do sódio encontrado nas análises pode variar em até 14 vezes de marca para marca. É o caso da batata palha, que apresenta a maior diferença de teor do mineral entre as marcas analisadas.

Bebidas

A mesma pesquisa mostrou também que os níveis de sódio dos refrigerantes de baixa caloria, tanto à base de cola quanto à base de guaraná, apresentam maiores valores de sódio em relação aos refrigerantes comuns. Nos refrigerantes de cola, a média dos teores de sódio encontrada foi de 54mg/l, enquanto nos refrigerantes de cola de baixa caloria essa média foi de 97mg/l.

Já nos refrigerantes de guaraná, os valores médios de sódio encontrados no produto convencional e no de baixa caloria foram 81 mg/l e 147 mg/l respectivamente. “Esses valores mais altos podem ser explicados pelo uso de aditivos, como o ciclamato de sódio, nos produtos de baixa caloria”, explica Maria Cecília.

Segundo Maria Cecília, o estudo será encaminhado ao Ministério da Saúde, para que seja pactuado entre Governo Federal e as indústrias de alimentos uma redução das quantidades de gorduras, açúcar e sal nos alimentos processados.

Paralelamente, às iniciativas governamentais, deve o consumidor exercer seu poder sobre o mercado e escolher os alimentos mais saudáveis para sua família. A pesquisa da Anvisa explicita uma diferença enorme de concentração de sódio, açúcar, gordura saturada e trans em um mesmo produto, mas de fabricantes diferentes.

O que fazer? Ler o rótulo. Consumir de maneira consciente não é parar de consumir, mas consumir menos e diferente. Cabe ao consumidor procurar uma alimentação equilibrada também com produtos naturais, frutas, verduras, legumes. E, no caso dos industrializados, optar pelos produtos “zero gordura trans” (as marcas são obrigadas e informar no rótulo) e priorizar os que apresentam as menores concentrações de sódio, açúcar e gorduras saturadas.

A pesquisa foi realizada durante o ano de 2009 com amostras coletadas no mercado brasileiro.
Fonte Instituto Akatu:
http://www.akatu.org.br/central/noticias/2010/macarrao-instantaneo-e-campeao-de-sodio-batalha-palha-de-gordura-saturada
 

domingo, 21 de novembro de 2010

Os Grandes Crimes contra a Humanidade



Por Olavo Desimon
Dentre os assuntos enumerados abaixo, quais você acha que devam ser considerados como “grandes crimes contra a humanidade”? usinas nucleares sem controle; indiscriminada caça as baleias; poluição do ar por contaminantes tóxicos; destruição da camada de ozônio por agentes químicos; agrotóxicos nas lavouras; castração dos povos mais pobres para controle de natalidade; desmatamento; uma provável guerra nuclear, etc.?
Com certeza, estes assuntos são de grande repercussão mundial. Eles enchem as telas de nossas televisões e as páginas de nossos jornais todos os dias. Por todo o lugar, abarrotam nossa mente com “slogans”, e, de fato, estes são grandes problemas que ameaçam a frágil humanidade. Por outro lado, sem qualquer divulgação, os maiores crimes contra a humanidade são aqueles que são praticados na clandestinidade do conhecimento de todos. Entre estes crimes destacamos: o processo de polimento do arroz e do trigo, a quimificação industrial do açúcar e a matança indiscriminada de animais para o consumo.
Para se ter uma idéia, para cada grama de arroz e de trigo que se “branqueia”, perde-se 1/3 de nutrientes, além do volume, que irá, de modo ridículo, servir de alimento para os animais que serão mortos para o consumo de alguns poucos. Praticamente todos os nutrientes do arroz são perdidos no processo de polimento. Vitaminas do complexo B, sais minerais e boa parte da gordura e das proteínas, são deixados de lado quando o grão branco do arroz sai do “moinho”. Na fina película que cobre o arroz, na sua forma natural, encontram-se grande parte dos nutrientes necessários para a manutenção de uma vida saudável, sem colesterol, e que mantém, de modo surpreendente, nossas veias e artérias, bem como o coração, em um estado de equilíbrio inigualável. Além do mais, por ser rico em fibras, o arroz integral mantém um bom funcionamento do aparelho digestivo, preservando a flora intestinal, e não permitindo a tão famosa e malquerida “prisão de ventre”.
Do grão de trigo, remove-se grande parte das vitaminas, também do complexo B, além da vitamina E e da niacina, sem falar em uma perda significativa de proteínas. O trigo, por ser um alimento que requer muito cuidado e grande consumo de insumos agrícolas, é um alimento de luxo para ser colocado no lixo ou simplesmente ir parar numa ração “balanceada” de animais. Cada grama de trigo que se poli, perde-se 1/3 de suas qualidades, além de quase 1/8 de seu volume. Imaginem, então, o resultado catastrófico para a população mundial.
Grande parte das pessoas no mundo sofre por não ter o que comer. Se continuarmos a comer estes produtos refinados, destituídos dos seus reais nutrientes, além de estarmos a nos alimentar mal, colaboramos para a desnutrição do mundo. Uma vez que, proporcionalmente, para cada oito sacos de trigo, um é jogado fora, ou então, serve para alimentar um animal que irá ser comido por uma minoria que possa comprar sua carne em açougues. Isso se constitui num verdadeiro crime contra a humanidade.
O preço da carne é muito elevado. E na cadeia alimentar, sendo um alimento que ocupa seu topo, possui em si a maior parte dos agrotóxicos, hormônios e toda a espécie de “remédios”, como antibióticos, anabolizantes, etc., ali concentrados. Um saco industrial de arroz integral pode alimentar quase mil pessoas, no entanto, será apenas parte da refeição diária de uma vaca para ser abatida e que somente muito poucos poderão comê-la. De tal modo, consumir carne é um crime contra a humanidade, pois para cada cem gramas de bife, que for consumido por dia, com certeza, deixamos de alimentar aproximadamente 300 pessoas.
Com relação ao açúcar, o processo de branqueamento é uma verdadeira agressão contra a saúde. Com o uso de produtos químicos, e tendo passado por uma espécie de “fermentação pútrida”, por restos mortais de ossos de frango ou de gado, o resultado do dito branqueamento do açúcar é a perda inevitável do ferro, causador da anemia ferroprívica; além do detrimento do fósforo, potássio, e de toda uma gama de vitaminas do complexo B, da vitamina C, e de outros micronutrientes essenciais para a saúde humana. De modo semelhante, ao que falamos do trigo e do arroz, o consumo de açúcar branco também é um crime contra a humanidade, uma vez que despolia o direito de muitos outros de terem uma vida mais digna. É necessário o emprego de muitas pessoas para a produção da cana-de-açúcar. Além do mais, a monocultura obriga que o grande consumo oportunize, como resultante, de uma grande procura pelo uso de agrotóxicos, sendo os mais perigosos, os chamados organosclorados, usados indiscriminadamente, são cumulativos no organismo. Estes produtos são cumulativos, tanto na lavoura, como no ser humano; e, é claro, nos animais que são os consumidores terciários eles também ficam acumulados. Quanto mais na ponta da chamada pirâmide alimentar estiver um animal maior será a sua concentração de toxinas proveniente do uso de alimentos e produtos que, de alguma maneira, possuam estes ingredientes incorporados na sua constituição final.
É evidente, e disto nós não temos dúvida, que o consumo de um alimento pobre em proteínas, sais minerais e vitaminas, irá necessitar do emprego de “alimentos” e produtos suplementares. Nós não temos nenhuma dúvida que grande parte dos problemas de saúde do mundo são ocasionados por uma alimentação, e sua conseqüente “desnutrição”. Diariamente, é posto no lixo, por ignorância, grande parte do que necessitamos para nossa vida e saúde. O consumo de carnes é decorrido disto. A carne vermelha, principalmente aquela que é decorrente da matança clandestina, que na realidade é mais do que 80% no Brasil, tem deixado um lastro de misérias e destruição já incalculável. Além de ser um produto inadequado para o consumo humano, toda a carne é meio-contaminante, servindo de agressão inevitável às pessoas. Nossos intestinos, tampouco a dentição, não são próprios para o consumo de carnes deste tipo. Eventualmente, poderemos consumir peixes ou aves, quando, evidentemente, não há outra forma de alimento disponível, como frutas, legumes, verduras, grãos e cereais. Apesar disto, as carnes de peixes possuem centenas de milhares de agentes agressores ao sistema imunológico humano, independente da higiene empregada, uma vez que o problema está na constituição do animal. Pelo menos uma, das três toxinas enumeradas a seguir, fazem parte das chamadas intoxicações não bacterianas ocasionadas pelos peixes: 1) Intoxicação por “ciguatera”: ocorre após a ingestão de mais de 400 espécies de peixes, que se encontram nos recifes e na Plataforma Continental; onde o dinoflagelado que contamina estes peixes, produz uma toxina que se acumula na carne dos animais marinhos, sendo que, quanto maiores e mais velhos, mais tóxicos se tornam, porque a quantidade destes protozoários é maior. Por incrível que pareça, o sabor do peixe fica inalterado, sendo que não há nenhum processamento, químico ou físico, como o cozimento, por exemplo, que consegue ser eficiente para eliminar a toxina produzida por estes organismos. Alguns sintomas são notados meses depois da ingestão destes peixes, e incluem febre, vômito, diarréia e, infelizmente, perda neurológicas irreversíveis, causando parestesias (perda de sensações); cefaléia, mialgia, inversão das sensações de frio e calor e dor facial persistente; 2) Intoxicação por “tetrodontídeos”: estes peixes “inflam o corpo”, como o baiacu, por exemplo, causando sintomas semelhantes na pessoas, que acaba por falecer devido a paralisia respiratória; 3) Intoxicação por histamina: causada por “escombrídeos”, e os peixes que mais transmitem isto são a cavala, o atum, bonito ou albacora. Esta infecção é causada pela decomposição bacteriana após a captura do peixe, devido a que este tipo de infecção no peixe, causa elevado índice de histamina na sua carne. Isto pode provocar intoxicação sistêmica, sendo muito perigosa. As intoxicações desta natureza são mais graves se forem os peixes ingeridos crus, hábito que é muito freqüente entre os japoneses, por exemplo.
Outro meio contaminante, é a carne vermelha, de gado, porco ou carneiro (e seus subprodutos). A cisticercose, doença grave e incurável, tem afetado uma grande parte da população mundial. Proveniente do consumo de carnes contaminadas, a larva da tênia se instala nos músculos das pessoas, e, pasmem, no cérebro, promovendo distúrbios neurológicos graves. Não há como deter esta doença, uma vez instalada no corpo. A pessoa irá morrer, inevitavelmente, sofrendo deste mal. Contudo, isso não aparece nos jornais, raras vezes se comenta alguma coisa deste tipo na televisão, porque existem muitos meios interessados em manterem o lucro por sobre o sofrimento dos outros.
Além das infecções ocasionadas por elementos infectantes, existe sempre o perigo da contaminação irreversível por hormônios, antibióticos e vacinas que são cumulativas e tóxicas paras as pessoas. Os resultados são alarmantes, por exemplo, o desenvolvimento precoce de glândulas sexuais em crianças; menstruação a partir dos cinco anos de idade, e hirsutismo (crescimento de pelos no rosto) em meninas; crescimento peniano e clitoriano exagerado, com pêlos pubianos inclusive, em crianças com menos de dois anos de idade, flagrante indício de consumo de hormônios sexuais de crescimento, e que aqueles animais ingerem e passam para o consumidor.
E não bastasse o grande mal que a carne provoca à saúde humana, seu consumo é um ato de violência contra a humanidade, pois, como já dissemos, para cada 100g de carne de gado que é consumida, outras trezentas (300) pessoas deixam de comer no mundo.
Nós perguntamos, para que continuar a matar os animais, só para o deleite da língua (aliás, uma péssima escolha, a de comer cadáveres...), se o sofrimento será inevitável: colesterol, hipertensão arterial, atero e arteriosclerose, triglicerídios alterados, etc., doenças como derrame cerebral, enfarto do miocárdio, hemorróidas, poliartrite, etc., são provocadas pelo consumo de carnes. Alteração hormonal, desequilíbrio emocional, também são produtos do consumo de animais, que são criados a base de BHT e outros produtos altamente tóxicos para nós. O consumo de carne não passa de uma superstição, uma vez que estão repletas de toxinas mais deletérias do valor nutritivo que prometem e não cumprem.
Por exemplo, na curta vida de uma galinha de “laboratório-granja”, a ave chega a comer aproximadamente 1 Kg de antibióticos diversos, sendo, por isso, fonte acumulada de dessensibilização para o tratamento de futuras infecções, cujas bactérias tornam-se resistentes no corpo humano. Isto tem levado o aumento, por exemplo, do grande número de mulheres infectadas com o fungo “cândida albicans”, conhecido popularmente como “flores brancas”, uma vez que os antibióticos destroem a flora e a fauna benéfica dos intestinos, oportunizando a instalações de doenças que antes eram consideradas benignas. Outra conseqüência é o ataque ao fígado, baço, e outras áreas nobres do corpo, pelo protozoário da ameba, e, por mais incrível que pareça, infecção pela “encheria colli”, uma bactéria saprófita (benéfica) que vive livremente no intestino humano, sendo uma das grandes responsáveis pela produção de vitamina K e de Ferro no corpo humano.
Pelo nosso entendimento, além das intoxicações ocasionadas pelas carnes, criar animais para a matança é um ato demoníaco. Quem possui um cão em sua casa, sabe muito bem que ele é muito, mais muito inteligente. Será que ele deve ser morto para ser consumido? Não haverá nenhuma conseqüência da natureza contra este crime, contra o equilíbrio natural?
Basta de matança, agora é a hora de pensar nos grandes crimes contra a humanidade. E você pode colaborar nesta campanha. Faça uma seleção de produtos mais naturais. Não consuma produtos quimificados, branqueados, polidos, e “manufaturados artificialmente”. Já pensaram no futuro? Já se deram conta que a vida é muito breve? Para que, então, gerar filhos para o sofrimento, para a doença e para a morte? Basta de violência contra a humanidade. Comece por você esta campanha contra os crimes que matam a humanidade a cada dia.