Neste espaço compartilhamos textos, dicas e tudo mais que alimenta nosso Espírito e faz despertar nossa Consciência.
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terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Ano Novo
O ano que se passou foi pleno de realizações.
As lições que tiramos de nossas experiências foram muitas.
Cada dia que passou aprendemos algo que encheu nosso coração de gratidão.
Gratidão a Deus.
Gratidão pela Natureza e tudo a nossa volta.
Gratidão aos amigos e familiares que estiveram ao nosso lado nos momentos mais difíceis.
Gratidão aos Irmãos Espirituais que nos amparam sempre.
Gratidão ao nosso Mestre Maior Jesus que todos os dias nos mostra o caminho através de seu Evangelho de Luz.
O ano que se inicia será outro ano de realizações e aprendizados.
E que possamos estar cada dia mais conscientes e agradecidos por estarmos encarnados neste planeta e vivenciando a simplicidade, a paz, a alegria, o Amor a tudo e a todos à nossa volta.
Continuaremos por aqui compartilhando textos, experiências, fotos e muitas coisas mais com nossos amigos e visitantes do blog.
Feliz Ano Novo e um grande abraço de Luz!
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
O Homem e a Mulher
"Aprendemos a rezar para o Pai desde criança. Mas e a mulher, Mãe de todas as virtudes, frutos, flores, folhas, galhos, tronco e raíz da árvore chamada Amor, não é a parte mais Inefável de Deus? Nosso Criador, É, sem definição. Nossa cultura e a maioria das religiões, não podem expressar o que simplesmente É, e o que somos em essência. Deus é Amor... Deus É Onipresente, Oniponte, Onisciente... portanto, estamos inseridos N'ele, e somos Ele. Somos deuses, disse Jesus, e se nossa manifestação na matéria é homem ou mulher, cabe-nos alcançar a sabedoria do complemento que já somos desde os primórdios de nosso nascimento, de nossa criação, no início dos tempos. Hoje, se sou homem, cabe a busca da melhor parte de mim, a feminilidade... se sou mulher, cabe a mim resgatar a essência das virtudes e auxiliar o homem a encontrar em seu coração, o sacerdócio de servir a este altar. Não há homem completo, sem a realização daquilo que a mulher já é. Mas cabe a mulher, resgatar em si mesma, esta luz, esta essência, esta sabedoria de auto-realizada... e quando isso acontecer, viveremos em paz, em harmonia, serenidade e total amor... e realizaremos o Reino de Deus na Terra!Esta é minha homenagem a todas as mulheres.... a você.... a France, minha querida de muitas jornadas .... !!!!!"
MarcosO Homem e a Mulher
O Homem é a mais elevada das criaturas...
A Mulher é o mais sublime dos ideais...
Deus fez para o Homem um trono, para a Mulher um altar....
O trono exalta, o altar santifica...
O Homem é o cérebro, a Mulher, o coração...
O cérebro produz a luz, o coração, amor...
A luz fecunda, o amor ressuscita...
O Homem é o gênio, a Mulher é o anjo...
O gênio é imensurável, o anjo indefinível...
A aspiração do Homem é suprema glória, a aspiração da Mulher, a virtude suprema...
A glória traduz grandeza, a virtude traduz divindade...
O Homem tem a supremacia, a Mulher, a preferência...
A supremacia representa a força, a preferência representa o direito...
O Homem é forte pela razão, a mulher é invencível pela lágrima...
A razão convence, a lágrima comove...
O Homem é capaz de todos os heroísmos, a Mulher, de todos os martírios...
O heroísmo enobrece, o martírio sublima...
O Homem é o código, a Mulher, o evangelho...
O código corrige, o evangelho aperfeiçoa!...
O Homem é o templo, a Mulher, um sacrário...
Ante o templo, nós descobrimos, ante o sacrário, ajoelhamo-nos...
O Homem pensa, a Mulher sonha...
Pensar é ter cérebro; sonhar, é ter na frente uma auréola...
O Homem é um oceano, a mulher, um lago...
O oceano tem a pérola que o embeleza, o lago tem a poesia que o deslumbra...
O Homem é a águia que voa, a Mulher, o rouxinol que canta...
Voar é dominar o espaço, cantar é conquistar a alma...
O Homem tem um farol, a experiência, a Mulher tem uma estrela, a esperança...
O farol guia, a esperança salva...
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
A Reencarnação através dos Tempos


Vivemos num tempo, num mundo onde a raça humana pensa somente no ter, esquecendo o quão efêmero é o tempo de viver, e como deveríamos vivenciar o presente, sem se identificar com absolutamente nada, ou simplesmente ser..... feliz, amigo(a), companheiro(a), terno(a), amoroso(a).
A identificação com as coisas do mundo, reflete os desejos de nossos egos.
Vejo políticos enlameados na ignorância pelo vil metal, reencarnações fracassadas de senadores romanos ou de políticos de outras eras; médicos que “tem” a certeza de serem maiores que Deus, quando deveriam praticar o sacerdócio do amor; religiosos que não entram no céu e não deixam outros entrarem. Todos pregam a cartilha de uma vida imediata, sem consequências, sem responsabilidades, achando que o “poder” temporal é para sempre.
Busquemos a verdade que liberta. De onde viemos? De outros mundos, de outras escolas planetárias. Para onde iremos? Continuaremos nesta jornada, para outros mundos. Quem Somos? Somos deuses, somos luz. O engraçado é que a maioria de nós, nega a vida em outros mundos, quando nós mesmos não somos daqui.
A morte iguala todos os seres.
Pense, porque uns nascem ricos e outros pobres; uns são negros, outros brancos, outros amarelos, outros vermelhos; uns nascem com doenças incuráveis, outros vivem anos sem sofrer sequer um resfriado. Uns nascem com dons maravilhosos, como Mozart que compôs sua primeira obra com 4 anos; outros passam a existência sem sequer saber ler ou escrever.
Deus está jogando dados? Com certeza não. Somos nossas próprias experiências, escolhas, amores e dores. Nascemos e morremos inúmeras vezes, experimentando em cada existência, todas as nossas potencias e possibilidades. Nascer não é pagar pecados, mas resgatar nossa consciência. Ajustarmos nossos erros, se perdoar e perdoar aqueles que nos machucaram de alguma forma. Porque esquecer das vidas passadas? Porque lembrar, nos causaria dissabores e dificilmente conseguiríamos nos ajustar com aqueles que magoamos ou que nos magoaram.
Não acreditar em reencarnação, na lei de ação e reação, não altera em absoluto os planos delineados pelos espíritos superiores; não acreditar, não nos afastará das nossas responsabilidades; não acreditar, não nos eximirá de refletirmos sobre nossas obras.
Religião vem da palavra re-ligare, ou seja, religar a algo superior. Numa existência, que é um milésimo de micro segundo da eternidade cósmica, não é possível despertar todas as nossas potencialidades. Reencarnar é a possibilidade de dar continuidade em nossos projetos cósmicos.
Somos um colar de pérolas. As pérolas são nossas vidas e o cordão é nossa essência, nosso espírito, nossa alma.
Reencarnar é uma lei natural, e você aceitando ou não, não importa, nascerás novamente .... novamente .... novamente .....
Marcos
“Antes de nascer, a criança já viveu e a morte não é o fim. A Vida é um evento que passa como o dia solar que renasce.” Papiro Egípcio (3.000 a.C.)
“Da mesma forma que nos desfazemos de uma roupa usada para pegar uma nova, assim a alma se descarta de um corpo usado para se revestir de novos corpos.” Bhagavad Gita (3.000 a.C.)
“Honra a ti, Osíris, Ó Governador dos que se encontram no paraíso, tu que fazes renascer os mortais, que renovas sua juventude...” Livro Egípcio dos Mortos (2.000 a.C.)
“Ninguém pode ser salvo sem renascer e sem livrar-se das paixões que entraram no último nascimento espiritual.” Hermes Trimegisto (1.250 a.C.)
“Aquele que retorna para a Terra e faz o bem, segundo o seu conhecimento, suas palavras, ações e intenções, recebe um dia uma recompensa, que convenha aos seus méritos... Aqueles que durante o período de vida na Terra, vivem na dor e no desgosto, sofrem com isso por causa de suas palavras mesquinhas ou suas más ações num corpo anterior, pelo que é punido no presente.” Zoroastro (1.000 a.C.)
“A Alma nunca morre, mas recomeça uma nova vida, ela nada mais faz que mudar de domicílio, tomando uma outra forma. Quanto a mim, que vos revelo estas misteriosas verdades, já fui Euforbes numa outra vida, no tempo da guerra de Tróia, lembro-me perfeitamente bem de meu nome e de meus pais, assim como do modo como fui morto em combate com o rei de Esparta. Em Micenas, no templo de Juno, vi suspenso na parede o meu próprio escudo de um outro tempo. Mas, embora vivendo em vários corpos, a Alma é sempre a mesma, pois só a forma muda.” Pitágoras (572-493 a.C.)
“Os seres humanos que se apegam demasiado aos valores materiais são obrigados a reencarnar incessantemente, até compreenderem que ser é mais importante do que ter.” Buda (563-483 a.C.)
“Estou convencido que vivemos novamente e que os vivos emergem dos que morreram e que as almas dos que morreram estão vivas.” Sócrates / Filósofo Grego (469-399 a.C.)
“Ó tu, moço ou jovem que te julgas abandonado pelos deuses, saiba que, se te tornares pio, irás ter com as piores almas, ou, se melhor, irá se juntar as melhores almas, e em toda sucessão de vida e morte farás e sofrerás o que um igual pode merecidamente sofrer nas mãos de iguais. É esta a justiça dos céus.” Platão (427-347 a.C.)
“Outro forte indício de que os homens sabem a maioria das coisas antes do nascimento é que, quando crianças aprendem fatos com enorme rapidez, o que demonstra que não os estão aprendendo pela primeira vez, e sim os relembrando.” Cícero (106-43 a.C.)
“Respondeu-lhe Jesus: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.” Jesus (João 3:3)
“Morrer é mudar de corpo como os atores mudam de roupa.” Plotino (205-270 d.C.)
“Fui mineral, morri e me tornei planta, como planta morri e depois fui animal, como animal morri e depois fui homem, porque teria eu medo ? Acaso fui rebaixado pela morte ? Vi dois mil homens que eu fui; mas nenhum era tão bom quanto sou hoje. Morrerei ainda como homem, para elevar-me e estar entre os bem-aventurados anjos. Entretanto, mesmo esse estado de anjo terei de deixar.” Al Rumi / Poeta Islâmico (1.210-1.273 d.C.)
“Lê-me, leitor, se encontras prazer em ler-me, porque muito raramente eu voltarei a este mundo.” Leonardo da Vinci (1.452-1.519 d.C.)
“Se aceitamos a crença numa continuação da vida, a prática religiosa se torna uma necessidade que nada pode suplantar, para preparar sua encarnação futura... Seja qual for o nome dessa religião, o fato de compreendê-la e praticá-la torna-se a base essencial de uma mente que está em paz, portanto, de um mundo de paz. Se não há paz na mente, não pode haver paz alguma no modo como uma pessoa se relaciona com as outras, e, por conseguinte, não pode haver relações entre os indivíduos ou entre as nações.” Um Dalai Lama (1.500 d.C.)
“Nascer duas vezes não é mais surpreendente que nascer uma vez: tudo na natureza é ressurreição.” Voltaire (1.694-1.778 d.C.)
“Aqui jaz o corpo de Benjamin Franklin, Impressor, semelhante à capa de um velho livro de páginas arrancadas, abandonadas ao léu, com seu título e seus dourados apagados. A obra não se perderá, pois como ele acreditava, ela aparecerá uma vez mais em nova edição mais elegante, revisada e corrigida pelo autor.” Benjamin Franklin (1.706-1.790 d.C.)
“Sinto que logo deixarei esta vida terrena. Mas como estou convencido de que nada existe na natureza que possa ser aniquilado, tenho como certeza que o mais nobre de mim mesmo não cessará de viver. Embora eu me arrisque a não ser rei em minha próxima vida... ora, tanto melhor!... viverei mesmo assim uma vida ativa e, o que é melhor, sofrerei menos por ingratidão.” Frederico “O Grande” (1.712-1.786 d.C.)
“Estou certo de que estive aqui, como estou agora, mil vezes antes e espero retornar mil vezes... A alma do homem é como a água; Vem do Céu e sobe para Céu, para depois voltar a Terra, em um eterno ir e vir.” Goethe (1.749-1,832 d.C.)
“Se um asiático me perguntar por uma definição da Europa, serei forçado a responder-lhe do seguinte modo: É aquela parte do mundo perseguida pela incrível ilusão de que o homem foi criado do nada, e que a sua existência atual é a sua primeira entrada na vida.” Arthur Schopenhauer / Filósofo Alemão (1.788-1.860 d.C.)
“Todos os seres humanos experimentaram vidas anteriores... Quem sabe quantas formas físicas o herdeiro do céu ocupa, antes que ele possa compreender o valor daquele silêncio e solidão, cujas planícies estreladas são apenas a antecâmara dos mundos espirituais.” Honoré de Balzac / Escritor Francês (1.799-1.850 d.C.)
“Sem a idéia da reencarnação, sinceramente com todo respeito às demais religiões, eu não vejo uma explicação sensata, inclusive, para a existência de Deus.” Chico Xavier (1.910-2.002 d.C.)
domingo, 12 de dezembro de 2010
A Estranha Homenagem
Esta mensagem recebi há muito tempo em uma palestra que fui em uma fraternidade espiritualista. Não sei qual o autor, mas o texto é muito interessante e nos faz refletir profundamente sobre o verdadeiro significado do Natal.
"Um instrutor de elevada categoria espiritual chamou certa vez a nossa atenção para um quadro terráqueo, observado durante o NATAL à meia noite.
Estava reunida opulenta família, num lauto e elegante banquete. Sobre a mesa posta, guarnecida de alva toalha de linho belga, entre flores perfumadas e candelabros policromos, enfileiravam-se as mais fortes e exóticas bebidas, de permeio a indigestas comedorias natalinas. Entendia aquele grupo que a celebração do Nascimento do menino JESUS teria de ser à custa de muitas festanças, entre comidas, bebidas e danças.
Dentre o que se enxergava sobre a mesa, sobressaiam nas lousas frias de um necrotério, os cadáveres de leitões recheados, besuntados de banha, trazendo espetadas, rodelas de limão; cabritos tostados, quais mercadorias salvas de um incêndio, galinhas e perus ao forno, retorcidos, demonstrando os finais estertores de uma degola cruel; churrasco “mignon” ao espetinho trabalhado com esmero e, para completar o trágico banquete carnívoro, não faltavam o “rosbife em fatias”, o inocente coelho assado, nem a rã “`a doré”.
Era de estarrecer! Quanta carnificina! Quanto sangue derramado, quanta dor e sofrimentos causados aos pobres e inocentes animais.
Vibravam ainda no espaço as angustiosas lamentações que os coitadinhos deviam ter lançado violentamente aos céus, quando tiveram seus corações transpassados pelo punhal assassino do carrasco insensível. Parecia-nos ver, horas antes, lá na campina verdejante do interior, a prestimosa vaca a doar o seu leite para a nossa alimentação e o saltitante cabrito a lamber com ternura as mãos do fazendeiro, naturalmente, em sinal de gratidão pela amizade e proteção que os homens dispensam aos animais.
E agora, ó terrível desengano, lá estavam eles esquartejados e carbonizados!...
O saudável cereal, o apreciado legume, a boa hortaliça e a suculenta fruta, apenas representavam, naquela mesa, o insignificante papel de mero adorno culinário.
Quanta barbaridade! Era de cortar o coração de qualquer criatura mais sensível; contudo o macabro festim dos “CIVILIZADOS” antropófagos dava início.
Os convivas, ao redor da mesa, endereçavam aos petiscos olhares gulosos e de cobiça, enquanto iam engolindo ávidos os inocentes cadáveres, transformando seus estômagos em autênticos cemitérios ambulantes. Tudo se transmudava com rapidez através dos intoxicados sucos gástricos e com auxílio das bebidas alcoólicas. Se esse quadro fosse olhado de súbito por vós, teríeis a representação exata de um repulsivo açougue de inofensivos animais, instalado em palacete de luxo, onde jaziam sacrificados pela sanha do homem, cujo título dizem que é o de “Sapiente Rei da Natureza”!
Quase ao final do banquete, alguém levanta a voz, e, a pretexto de prece de Natal, todos começam, apressadamente, a invocar JESUS, para que Ele, nesse seu glorioso dia, viesse abençoar a ceia posta, aquele matadouro doméstico de IRMÃOS menos evoluídos, aliás nossos irmãos mais chegados.
Sem demora e, como por milagre, a cena mudou inteiramente.
Os espíritos presentes apreciavam a reunião de semblante triste, piedosos; alguns até choravam ante a brutal carnificina.
Após as invocações, Jesus compareceu! Sim; o Nazareno chegou!
No luzidio cortejo do Mestre, vinham também necessitados, esfaimados, doentes e maltrapilhos, tal como no “SERMÃO DA MONTANHA”. Formou-se então, ao redor do repugnante festim, sem que disso os convivas tivessem a menor idéia, um enorme anfiteatro, abrigando milhares e milhares de entidades, permanecendo bem no centro, como num circo romano, o grupo devorador de cadáveres, saudando e homenageando com muito barulho o Menino Jesus que acabara de nascer...
Jesus, o invocado, ofuscando a multidão presente pela luminosidade que d’Ele se desprendia, chegou e colocou-se em pé ante aquela turba. De semblante profundamente amargurado e triste, de coração opresso, entre lágrimas que banhavam a Sua face, abençoou, não aquele infeliz ato que dera margem a tamanha carnificina e dor, mas sim à inditosa família e seus convidados, implorando a DEUS uma razão mais lúcida para as suas mentes.
Em seguida, ergue Jesus seu olhar plácido e indulgente e suplica ajoelhado a Deus:
“ PAI, PERDOA-OS MAIS UMA VEZ, POIS AINDA NÃO CHEGARAM A ENTENDER O NÃO MATARÁS... A NINGUÉM.”!
Eis como alguns homenageiam o menino JESUS!!!"
Mensagem de Budha:
“O homem implora a misericórdia de Deus e não tem misericórdia pelos animais, para os quais ele é como um Deus. Tudo quanto vive na terra está unido por laços de parentesco, e os animais que matais já vos deram o doce tributo do seu leite, o macio de sua lã, e depositam sua confiança nas mãos que os degolam.
Ninguém pode purificar seu espírito com sangue.
Sobre a inocente cabeça de um animal, não é possível colocar nem o peso de um fio de cabelo das maldades e erros pelos quais cada um deve responder.
Feliz seria a Terra se todos os seres estivessem unidos pelos laços da benevolência e só se alimentassem de alimentos puros, sem derrame de sangue. Os dourados grãos, os reluzentes frutos e as saborosas ervas que nascem para todos, bastariam para alimentar e dar fartura ao mundo.”
domingo, 5 de dezembro de 2010
Pegadas na Areia

Uma noite eu tive um sonho …
Sonhei que estava andando na praia com o Senhor, e através do céu passavam cenas da minha vida.
Para cada cena que passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia: um era o meu e o outro era do Senhor.
Quando a última cena de minha vida passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas na areia, e notei que muitas vezes no caminho da minha vida, havia apenas um par de pegadas na areia.
Notei também que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver. Isso aborreceu-me deveras, e perguntei então ao Senhor:
“Senhor, Tu me disseste que uma vez que eu resolvi te seguir, Tu andarias sempre comigo, todo o caminho. Notei que durante as maiores atribulações do meu viver havia na areia dos caminhos da vida apenas um par de pegadas. Não compreendo porque nas horas que mais necessitava de Ti, Tu me deixaste.”
O Senhor respondeu:
“Meu precioso filho, Eu te amo e jamais te deixaria, nas horas de tua prova e de teu sofrimento. Quando viste na areia apenas um par de pegadas, aí foi o momento em que te carreguei nos braços.”
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