sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Imagine - John Lennon




"Fiquei pensando... qual mensagem encerraríamos o final de 2010? Tantas possibilidades, tantas reflexões, tantas coisas interressantes e inteligentes, mas queria algo que falasse aos corações, que nos remetesse a uma imagem, a um sonho e um dia, a uma realidade. Sem a menor dúvida, John Lennon foi inspirado pela luz, nos legando uma das maiores mensagens já conhecidas, refletindo a busca de muitos daqueles que acreditam num mundo de paz, amor, luz e consciência. Não tenho a menor dúvida, que os herdeiros da Terra reconstruirão este mundo e vivenciarão a plenitude da unidade do amor."
Marcos
Imagine

Imagine there's no Heaven
It's easy if you try
No hell below us
Above us only sky
Imagine all the people
Living for today

Imagine there's no countries
It isn't hard to do
Nothing to kill or die for
And no religion too
Imagine all the people
Living life in peace

You may say that I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope someday you'll join us
And the world will be as one

Imagine no possessions
I wonder if you can
No need for greed or hunger
A brotherhood of man
Imagine all the people
Sharing all the world

You may say that I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope someday you'll join us
And the world will live as one

Imagine não existir paraíso
É fácil se você tentar
Nenhum inferno abaixo de nós
Acima de nós apenas o céu
Imagine todas as pessoas
Vivendo para o hoje

Imagine não existir países
Não é difícil de fazê-lo
Nada pelo que matar ou morrer
E nenhuma religião também
Imagine todas as pessoas
Vivendo a vida em paz

Você pode dizer
Que eu sou um sonhador
Mas eu não sou o único
Eu tenho a esperança de que um dia
você se juntará a nós
E o mundo será como um só

Imagine não existir posses
Me pergunto se você consegue
Sem necessidade de ganância ou fome
Uma irmandade de homens
Imagine todas as pessoas
Compartilhando todo o mundo

Você pode dizer
Que eu sou um sonhador
Mas eu não sou o único
Eu tenho a esperança de que um dia
Você se juntará a nós
E o mundo viverá como um

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

A Reencarnação através dos Tempos





Vivemos num tempo, num mundo onde a raça humana pensa somente no ter, esquecendo o quão efêmero é o tempo de viver, e como deveríamos vivenciar o presente, sem se identificar com absolutamente nada, ou simplesmente ser..... feliz, amigo(a), companheiro(a), terno(a), amoroso(a).
A identificação com as coisas do mundo, reflete os desejos de nossos egos.
Vejo políticos enlameados na ignorância pelo vil metal, reencarnações fracassadas de senadores romanos ou de políticos de outras eras; médicos que “tem” a certeza de serem maiores que Deus, quando deveriam praticar o sacerdócio do amor; religiosos que não entram no céu e não deixam outros entrarem. Todos pregam a cartilha de uma vida imediata, sem consequências, sem responsabilidades, achando que o “poder” temporal é para sempre.
Busquemos a verdade que liberta. De onde viemos? De outros mundos, de outras escolas planetárias. Para onde iremos? Continuaremos nesta jornada, para outros mundos. Quem Somos? Somos deuses, somos luz. O engraçado é que a maioria de nós, nega a vida em outros mundos, quando nós mesmos não somos daqui.
A morte iguala todos os seres.
Pense, porque uns nascem ricos e outros pobres; uns são negros, outros brancos, outros amarelos, outros vermelhos; uns nascem com doenças incuráveis, outros vivem anos sem sofrer sequer um resfriado. Uns nascem com dons maravilhosos, como Mozart que compôs sua primeira obra com 4 anos; outros passam a existência sem sequer saber ler ou escrever.
Deus está jogando dados? Com certeza não. Somos nossas próprias experiências, escolhas, amores e dores. Nascemos e morremos inúmeras vezes, experimentando em cada existência, todas as nossas potencias e possibilidades. Nascer não é pagar pecados, mas resgatar nossa consciência. Ajustarmos nossos erros, se perdoar e perdoar aqueles que nos machucaram de alguma forma. Porque esquecer das vidas passadas? Porque lembrar, nos causaria dissabores e dificilmente conseguiríamos nos ajustar com aqueles que magoamos ou que nos magoaram.
Não acreditar em reencarnação, na lei de ação e reação, não altera em absoluto os planos delineados pelos espíritos superiores; não acreditar, não nos afastará das nossas responsabilidades; não acreditar, não nos eximirá de refletirmos sobre nossas obras.
Religião vem da palavra re-ligare, ou seja, religar a algo superior. Numa existência, que é um milésimo de micro segundo da eternidade cósmica, não é possível despertar todas as nossas potencialidades. Reencarnar é a possibilidade de dar continuidade em nossos projetos cósmicos.
Somos um colar de pérolas. As pérolas são nossas vidas e o cordão é nossa essência, nosso espírito, nossa alma.
Reencarnar é uma lei natural, e você aceitando ou não, não importa, nascerás novamente .... novamente .... novamente .....
Marcos

“Antes de nascer, a criança já viveu e a morte não é o fim. A Vida é um evento que passa como o dia solar que renasce.” Papiro Egípcio (3.000 a.C.)


“Da mesma forma que nos desfazemos de uma roupa usada para pegar uma nova, assim a alma se descarta de um corpo usado para se revestir de novos corpos.” Bhagavad Gita (3.000 a.C.)


“Honra a ti, Osíris, Ó Governador dos que se encontram no paraíso, tu que fazes renascer os mortais, que renovas sua juventude...” Livro Egípcio dos Mortos (2.000 a.C.)


“Ninguém pode ser salvo sem renascer e sem livrar-se das paixões que entraram no último nascimento espiritual.” Hermes Trimegisto (1.250 a.C.)


“Aquele que retorna para a Terra e faz o bem, segundo o seu conhecimento, suas palavras, ações e intenções, recebe um dia uma recompensa, que convenha aos seus méritos... Aqueles que durante o período de vida na Terra, vivem na dor e no desgosto, sofrem com isso por causa de suas palavras mesquinhas ou suas más ações num corpo anterior, pelo que é punido no presente.” Zoroastro (1.000 a.C.)


“A Alma nunca morre, mas recomeça uma nova vida, ela nada mais faz que mudar de domicílio, tomando uma outra forma. Quanto a mim, que vos revelo estas misteriosas verdades, já fui Euforbes numa outra vida, no tempo da guerra de Tróia, lembro-me perfeitamente bem de meu nome e de meus pais, assim como do modo como fui morto em combate com o rei de Esparta. Em Micenas, no templo de Juno, vi suspenso na parede o meu próprio escudo de um outro tempo. Mas, embora vivendo em vários corpos, a Alma é sempre a mesma, pois só a forma muda.” Pitágoras (572-493 a.C.)


“Os seres humanos que se apegam demasiado aos valores materiais são obrigados a reencarnar incessantemente, até compreenderem que ser é mais importante do que ter.” Buda (563-483 a.C.)


“Estou convencido que vivemos novamente e que os vivos emergem dos que morreram e que as almas dos que morreram estão vivas.” Sócrates / Filósofo Grego (469-399 a.C.)


“Ó tu, moço ou jovem que te julgas abandonado pelos deuses, saiba que, se te tornares pio, irás ter com as piores almas, ou, se melhor, irá se juntar as melhores almas, e em toda sucessão de vida e morte farás e sofrerás o que um igual pode merecidamente sofrer nas mãos de iguais. É esta a justiça dos céus.” Platão (427-347 a.C.)


“Outro forte indício de que os homens sabem a maioria das coisas antes do nascimento é que, quando crianças aprendem fatos com enorme rapidez, o que demonstra que não os estão aprendendo pela primeira vez, e sim os relembrando.” Cícero (106-43 a.C.)


“Respondeu-lhe Jesus: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.” Jesus (João 3:3)


“Morrer é mudar de corpo como os atores mudam de roupa.” Plotino (205-270 d.C.)


“Fui mineral, morri e me tornei planta, como planta morri e depois fui animal, como animal morri e depois fui homem, porque teria eu medo ? Acaso fui rebaixado pela morte ? Vi dois mil homens que eu fui; mas nenhum era tão bom quanto sou hoje. Morrerei ainda como homem, para elevar-me e estar entre os bem-aventurados anjos. Entretanto, mesmo esse estado de anjo terei de deixar.” Al Rumi / Poeta Islâmico (1.210-1.273 d.C.)


“Lê-me, leitor, se encontras prazer em ler-me, porque muito raramente eu voltarei a este mundo.” Leonardo da Vinci (1.452-1.519 d.C.)


“Se aceitamos a crença numa continuação da vida, a prática religiosa se torna uma necessidade que nada pode suplantar, para preparar sua encarnação futura... Seja qual for o nome dessa religião, o fato de compreendê-la e praticá-la torna-se a base essencial de uma mente que está em paz, portanto, de um mundo de paz. Se não há paz na mente, não pode haver paz alguma no modo como uma pessoa se relaciona com as outras, e, por conseguinte, não pode haver relações entre os indivíduos ou entre as nações.” Um Dalai Lama (1.500 d.C.)


“Nascer duas vezes não é mais surpreendente que nascer uma vez: tudo na natureza é ressurreição.” Voltaire (1.694-1.778 d.C.)


“Aqui jaz o corpo de Benjamin Franklin, Impressor, semelhante à capa de um velho livro de páginas arrancadas, abandonadas ao léu, com seu título e seus dourados apagados. A obra não se perderá, pois como ele acreditava, ela aparecerá uma vez mais em nova edição mais elegante, revisada e corrigida pelo autor.” Benjamin Franklin (1.706-1.790 d.C.)


“Sinto que logo deixarei esta vida terrena. Mas como estou convencido de que nada existe na natureza que possa ser aniquilado, tenho como certeza que o mais nobre de mim mesmo não cessará de viver. Embora eu me arrisque a não ser rei em minha próxima vida... ora, tanto melhor!... viverei mesmo assim uma vida ativa e, o que é melhor, sofrerei menos por ingratidão.” Frederico “O Grande” (1.712-1.786 d.C.)


“Estou certo de que estive aqui, como estou agora, mil vezes antes e espero retornar mil vezes... A alma do homem é como a água; Vem do Céu e sobe para Céu, para depois voltar a Terra, em um eterno ir e vir.” Goethe (1.749-1,832 d.C.)


“Se um asiático me perguntar por uma definição da Europa, serei forçado a responder-lhe do seguinte modo: É aquela parte do mundo perseguida pela incrível ilusão de que o homem foi criado do nada, e que a sua existência atual é a sua primeira entrada na vida.” Arthur Schopenhauer / Filósofo Alemão (1.788-1.860 d.C.)


“Todos os seres humanos experimentaram vidas anteriores... Quem sabe quantas formas físicas o herdeiro do céu ocupa, antes que ele possa compreender o valor daquele silêncio e solidão, cujas planícies estreladas são apenas a antecâmara dos mundos espirituais.” Honoré de Balzac / Escritor Francês (1.799-1.850 d.C.)


“Sem a idéia da reencarnação, sinceramente com todo respeito às demais religiões, eu não vejo uma explicação sensata, inclusive, para a existência de Deus.” Chico Xavier (1.910-2.002 d.C.)


domingo, 26 de dezembro de 2010

Mais fotos

Meu amiguinho...


Pausa para um descanso...


Momento ternura...


Curioso...


Montanhas que amamos...


Lindos pássaros...


Arco-íris...


A Natureza que nos visita...


A Natureza que nos visita (2).


sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Jesus

Meus queridos,

"Nesta noite, receberemos a visita de Nosso Senhor, em comemoração simbólica de seu aniversário. Para homenageá-lo, posto aqui sua imagem e descrição física, por aquele que o viu ao vivo e a cores."
Marcos

Para os adeptos da Doutrina Espírita há o relato constante do livro Há dois mil anos escrito através da psicografia de Francisco Cândido Xavier pelo autor espiritual Emmanuel. Nesta obra mediúnica, é narrado com detalhes os principais fatos da vida de Publius Lentulus Cornelius (ou ainda na forma aportuguesada Públio Lêntulo Cornélio), que teria sido uma das reencarnações do próprio Emmanuel. Há passagens descrevendo seu encontro com Jesus, onde o Cristo intercede pela cura de sua filha, que contraíra lepra. Sua esposa Lívia, dama patrícia, tornara-se cristã. Lentulus também teria tido papel importante no julgamento de Jesus por Pôncio Pilatos. Na obra, não se encontra publicada a carta mencionada anteriormente. Ainda de acordo o relato na obra, Publius Lentulus teria sido a reencarnação do seu bisavô Publius Cornelius Lentulus Sura.

Para refletir estou enviando a vcs a carta de Públius Lentulus e agora com a gravura de Jesus, pintada pelo próprio Públios Lentulus, na época em que Cristo começava a Sua pregação.
Vejam a beleza e expressão deste rosto, esta é a mais fiel imagem de nosso Senhor Jesus.

Os originais estão guardados no Vaticano.

Origem: Tradução de uma carta de Públius Lentulus a César Augusto, Imperador de Roma. Públius Lentulus foi predecessor de Pôncio Pilatos como governador da Judéia, na época em que Jesus Cristo iniciou seu ministério. O texto original encontra-se na biblioteca do Vaticano. Comprovada sua autenticidade, tornou-se, fora da Bíblia, o documento mais importante sobre a pessoa de Nosso Senhor Jesus.

TEXTO DA CARTA:

"O governador da Judéia, Públius Lentulus, ao César Romano: Soube ó César, que desejavas informações acerca desse homem virtuoso que se chama Jesus, que o povo considera um profeta, e seus discípulos, o filho de Deus, criador do céu e da terra.

Com efeito, César, todos os dias se ouvem contar dele coisas maravilhosas. Numa palavra, ele ressuscita os mortos e cura os enfermos. É um homem de estatura regular, em cuja fisionomia se reflete tal doçura e tal dignidade que a gente sente obrigado a amá-lo e temê-lo ao mesmo tempo.

A sua cabeleira tem até as orelhas, a cor das nozes maduras e, daí aos ombros tingem-se de um louro claro e brilhante; divide-se uma risca ao meio, á moda nazarena. A sua barba, da mesma cor da cabeleira, e encaracolada, não longa e também repartida ao meio. Os seus olhos severos têm o brilho de um raio de sol; ninguém o pode olhar em face. Quando ele acusa ou verbera, inspira o temor, mas logo se põe a chorar. Até nos rigores é afável e benévolo. Diz-se que nunca ninguém o viu rir, mas muitas vezes foi visto chorando. As suas mãos são belas como seus braços, toda gente acha sua conversação agradável e sedutora. Não é visto amiúde em público e, quando aparece, apresenta-se modestissimamente vestido. O seu porte é muito distinto. É belo. Sua mãe, aliás, é a mais bela das mulheres que já se viu neste país.

Se o queres conhecer, ó César, como uma vez me escreveste, repete a tua ordem e eu te o mandarei. Se bem que nunca houvesse estudado, esse homem conhece todas as ciências. Anda descalço e de cabeça descoberta. Muitos riem, quando ao longe o enxergam; desde que porém. se encontram face a face com ele, tremem e admiram-no. Dizem os hebreus que nunca viram um homem semelhante, nem doutrinas iguais às suas. Muitos crêem que ele seja Deus, outros afirmam que é teu inimigo, ó César. Diz-se ainda que ele nunca desgostou ninguém, antes se esforça para fazer toda gente venturosa."

Sabemos também que após a crucificação de Cristo Públius Lentulus tornou-se seu seguidor e, juntamente com sua filha Lívia, levava a palavra de Deus aos povos da época.

Públius e Lívia já tiveram encarnados diversas vezes em missão espiritual. Seu espírito (Públius) é conhecido no espiritismo como o grande nome EMMANUEL, o guia espiritual de Chico Xavier, e o espírito de Lívia, é o próprio Chico Xavier, segundo estudiosos kardecistas.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

A Grande Transição

Temos postado mensagens e ensinamentos de verdadeiros amigos espirituais, que nos alertam para a grande transformação que ocorrerá na Terra, esta que deixará de ser um planeta de provas e expiações, para ser um planeta de regeneração, onde aqueles que aqui permanecerem, terão a grande oportunidade de reconstruir as bases para um mundo mais espiritualizado e mais feliz.
Estas postagens não tem como objetivo assustar, ou nos transformar em apóstolos das catástrofes ou do apocalipse, mas sim, alertar através de várias fontes, que o processo já se iniciou, independente de nossas crenças ou religiões. Eis a grande oportunidade para refletirmos o nosso papel nesta hora tão importante.
Marcos


“Opera-se, na Terra, neste largo período, a grande transição anunciada pelas Escrituras e confirmada pelo Espiritismo.
O planeta sofrido experimenta convulsões especiais, tanto na sua estrutura física e atmosférica, ajustando as suas diversas camadas tectônicas, quanto na sua constituição moral.
Isto porque, os espíritos que o habitam, ainda caminhando em faixas de inferioridade, estão sendo substituídos por outros mais elevados que o impulsionarão pelas trilhas do progresso moral, dando lugar a uma era nova de paz e de felicidade.
Os espíritos renitentes na perversidade, nos desmandos, na sensualidade e vileza, estão sendo recambiados lentamente para mundos inferiores onde enfrentarão as conseqüências dos seus atos ignóbeis, assim renovando-se e predispondo-se ao retorno planetário, quando recuperados e decididos ao cumprimento das leis de amor.
Por outro lado, aqueles que permaneceram nas regiões inferiores estão sendo trazidos à reencarnação de modo a desfrutarem da oportunidade de trabalho e de aprendizado, modificando os hábitos infelizes a que se têm submetido, podendo avançar sob a governança de Deus.
Caso se oponham às exigências da evolução, também sofrerão um tipo de expurgo temporário para regiões primárias entre as raças atrasadas, tendo o ensejo de ser úteis e de sofrer os efeitos danosos da sua rebeldia.
Concomitantemente, espíritos nobres que conseguiram superar os impedimentos que os retinham na retaguarda, estarão chegando, a fim de promoverem o bem e alargarem os horizontes da felicidade humana, trabalhando infatigavelmente na reconstrução da sociedade, então fiel aos desígnios divinos.
Da mesma forma, missionários do amor e da caridade, procedentes de outras Esferas estarão revestindo-se da indumentária carnal, para tornar essa fase de luta iluminativa mais amena, proporcionando condições dignificantes, que estimulem ao avanço e à felicidade.
Não serão apenas os cataclismos físicos que sacudirão o planeta, como resultado da lei de destruição, geradora desses fenômenos, como ocorre com o outono que derruba a folhagem das árvores, a fim de que possam enfrentar a invernia rigorosa, renascendo exuberantes com a chegada da primavera, mas também os de natureza moral, social e humana que assinalarão os dias tormentosos, que já se vivem.
Os combates apresentam-se individuais e coletivos, ameaçando de destruição a vida com hecatombes inimagináveis.
A loucura, decorrente do materialismo dos indivíduos, atira-os nos abismos da violência e da insensatez, ampliando o campo do desespero que se alarga em todas as direções.
Esfacelam-se os lares, desorganizam-se os relacionamentos afetivos, desestruturam-se as instituições, as oficinas de trabalho convertem-se em áreas de competição desleal, as ruas do mundo transformam-se em campos de lutas perversas, levando de roldão os sentimentos de solidariedade e de respeito, de amor e de caridade...
A turbulência vence a paz, o conflito domina o amor, a luta desigual substitui a fraternidade.
... Mas essas ocorrências são apenas o começo da grande transição.
A fatalidade da existência humana é a conquista do amor que proporciona plenitude.
Há, em toda parte, uma destinação inevitável, que expressa a ordem universal e a presença de uma Consciência Cósmica atuante.
A rebeldia que predomina no comportamento humano elegeu a violência como instrumento para conseguir o prazer que lhe não chega da maneira espontânea, gerando lamentáveis conseqüências, que se avolumam em desaires contínuos.
É inevitável a colheita da sementeira por aquele que a fez, tornando-se rico de grãos abençoados ou de espículos venenosos.
Como as leis da vida não podem ser derrogadas, toda objeção que se lhes faz converte-se em aflição, impedindo a conquista do bem-estar.
Da mesma forma, como o progresso é inevitável, o que não seja conquistado através do dever, sê-lo-á pelos impositivos estruturais de que o mesmo se constitui
A melhor maneira, portanto, de compartilhar conscientemente da grande transição é através da consciência de responsabilidade pessoal, realizando as mudanças íntimas que se tornem próprias para a harmonia do conjunto.
Nenhuma conquista exterior será lograda se não proceder das paisagens íntimas, nas quais estão instalados os hábitos. Esses, de natureza perniciosa, devem ser substituídos por aqueles que são saudáveis, portanto, propiciatórios de bem-estar e de harmonia emocional.
Na mente está a chave para que seja operada a grande mudança.
Quando se tem domínio sobre ela, os pensamentos podem ser canalizados em sentido edificante, dando lugar a palavras corretas e a atos dignos.
O indivíduo, que se renova moralmente, contribui de forma segura para as alterações que se vêm operando no planeta.
Não é necessário que o turbilhão dos sofrimentos gerais o sensibilize, a fim de que possa contribuir eficazmente com os espíritos que operam em favor da grande transição.
Dispondo das ferramentas morais do enobrecimento, torna-se cooperador eficiente, em razão de trabalhar junto ao seu próximo pela mudança de convicção em torno dos objetivos existenciais, ao tempo em que se transforma num exemplo de alegria e de felicidade para todos.
O bem fascina todos aqueles que o observam e atrai quantos se encontram distantes da sua ação, o mesmo ocorrendo com a alegria e a saúde.
São eles que proporcionam o maior contágio de que se tem notícia e não as manifestações aberrantes e afligentes que parecem arrastar as multidões.
Como escasseiam os exemplos de júbilo, multiplicam-se os de desespero, logo ultrapassados pelos programas de sensibilização emocional para a plenitude.
A grande transição prossegue, e porque se faz necessária, a única alternativa é examinar-lhe a maneira como se apresenta e cooperar para que as sombras que se adensam no mundo sejam diminuídas pelo Sol da imortalidade.
Nenhum receio deve ser cultivado, porque, mesmo que ocorra a morte, esse fenômeno natural é veículo da vida que se manifestará em outra dimensão.
A vida sempre responde conforme as indagações morais que lhe são dirigidas.
As aguardadas mudanças que se vêm operando trazem uma ainda não valorizada contribuição, que é a erradicação do sofrimento das paisagens espirituais da Terra.
Enquanto viceje o mal, no mundo, o ser humano torna-se-lhe a vítima preferida, em face do egoísmo em que se estorcega, apenas por eleição especial.
A dor momentânea que o fere, convida-o, por outro lado, à observância das necessidades imperiosas de seguir a correnteza do amor no rumo do oceano da paz.
Logo passado o período de aflição, chegará o da harmonia.
Até lá, que todos os investimentos sejam de bondade e de ternura, de abnegação e de irrestrita confiança em Deus.”

Joanna de Ângelis

(Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, no dia 30 de julho de 2006, no Rio de Janeiro, RJ).