sábado, 18 de junho de 2011

Reforma Íntima



" Não há como transformar o mundo, sem nos transformarmos antes."
Vivemos uma época caótica, onde o stress gera o pânico, onde os alimentos estão cada vez mais sem nutrientes, onde as relações estão cada vez mais vazias. Onde está o problema e qual seria a solução? Os governos nos darão as respostas? A indústria quer o nosso bem estar? O poder realmente nos quer educados e cultos para questioná-los? A Kabalah nos ensina que o Reino está aqui mesmo, mas como materializá-lo diante de tanto murmúrio? A resposta está diante de nós mesmos, pois o que queremos para o mundo, deve começar em nós.
Marcos

Reforma Íntima: O que é?

Corresponde a uma mudança de atitude, no modo de pensar, sentir e agir, visando transformar nossa vida para melhor.
É a solução para viver em paz e gratidão pelas maravilhosas dádivas que Deus nos concedeu, uma importante oportunidade de evoluir através das experiências vivenciadas na Terra.
Mudar o foco, pensar nas soluções ao invés de nos problemas, faz da jornada de nossa vida uma maravilhosa viagem, cheia de prazer e alegria.
O aprendiz da experiência terrena que quiser e puder aplicar-se, pelo menos, a alguns dos vinte exercícios aqui propostos, certamente receberá do Divino Mestre Jesus, em plena escola da vida, as mais distintas notas no curso da Caridade.
(mensagem adaptada do espírito Scheila. Livro Ideal Espírita, Espíritos Diversos, psicografado por Francisco Cândico Xavier).

VINTE EXERCÍCIOS PARA PROMOVER UMA REFORMA ÍNTIMA

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Calúnia contra os alimentos crus





"Olá, Pessoal
Segue abaixo um depoimento e desabafo de um médico que respeito e admiro muito, realmente compromissado com a saúde pública e com os príncipios da verdadeira medicina de Hipócrates, Dr. Alberto Peribanez Gonzalez.
Um grande abraço,
France"
Calúnia contra os alimentos crus
O que ocorre na Alemanha é uma campanha vergonhosa contra os alimentos naturais, orgânicos e vivos. Toda acusação de hortaliças, pepinos e dos brotos de sementes germinadas é improcedente. Isto é um abuso. Todos os que conhecem microbiologia sabem as cepas letais de Escherichia coli e bactérias em geral crescem em matéria desvitalizada - como laticínios e carne.
Os alimentos vivos são aqueles que contam com o menor número de bactérias por grama (500 unidades), quando comparados a qualquer outro tipo de alimento.

Esta campanha visou desviar a atenção da opinião pública mundial do verdadeiro pivô da crise: a carne de porco. Neste momento, todas as mostras de carne infectada devem estar devidamente incineradas e enterradas. Uma verdadeira operação foi montada para evitar a real notícia, que levaria à quebra da industria de carne de porco. Trata-se do alimento mais importante do país mais importante da comunidade européia.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Diferenças entre Religião e Espiritualidade



"Após muitos anos ministrando aulas sobre ensinamentos místicos, esotéricos e espirituais, um aluno me perguntou: Afinal, qual é sua religião ? Este aluno ainda não havia compreendido, que não pertenço a nenhuma religião, embora respeite muito algumas, que procuram libertar o ser e abomine outras, que ao contrário, escraviza-o. Respondi: Não tenho religião, pois o ser é cósmico, livre, irmão de todas as estrelas. Ele então perguntou. Você é ateu ? Respondi: As religiões separam, em vez de juntarem. Somos todos irmãos. Somos deuses. Somos reis da natureza, pois somos os seres mais elaborados. Somos cósmicos. Somos a unidade. Somos o todo e o tudo. E o Creador nos fez a sua imagem e semelhança, para manifestar sua grandeza, sua sabedoria, seu amor e as religiões não permitem que nós manifestemos a criatividade e a imaginação. Se ser ateu é isso, então eu o sou. Afinal de contas, Jesus não foi cristão, Buda não foi budista, e Krishna não foi hinduísta. Nenhum mestre veio para nos salvar, ou constituir instituições e sim mostrar os caminhos por eles percorridos."
Recebi a mensagem abaixo de uma querida amiga e ela reflete com integridade, o meu pensamento.
Um dia não precisaremos mais de religiões, pois o ser conquistará novamente o "seu estado de ser" e dirá: "Eheie Asher Eheie, eu sou o que Eu Sou."
Namastê
Marcos
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A religião não é apenas uma, são centenas.
A espiritualidade é apenas uma.
A religião é para os que dormem.
A espiritualidade é para os que estão despertos.

A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer e querem ser guiados.
A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior.
A religião tem um conjunto de regras dogmáticas.
A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.

A religião ameaça e amedronta.
A espiritualidade lhe dá Paz Interior.
A religião fala de pecado e de culpa.
A espiritualidade lhe diz: "aprenda com o erro".

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Desejo e aversão: a doença da mente


Por
M. Govindan Satchidananda
 
Quando aprofundamos nossa prática da Yoga, começamos a compreender o quanto nossa mente é perturbada por coisas que queremos e coisas que não queremos. Ficamos excitados, rimos ou nos sentimos muito “felizes” quando conseguimos algo que desejamos, ou quando experimentamos um pouco de prazer. Ficamos deprimidos, frustrados ou ansiosos quando nossos desejos são negados. Nos deparamos com isso durante nosso dia, no trabalho, com nossa família, em público e nos momentos de privacidade. Enquanto almejamos pela paz da nossa almofada de meditação ou colchonete de asanas (posturas), podemos, em qualquer situação, fazer muitas coisas para superar esta “doença” da mente.
Patânjali diz no Sutra II.7 que “Apego é a cola (liga) do prazer.” Devido à individualização da consciência e sua falsa identificação com um determinado corpo e um conjunto de memórias e pensamentos, nós somos atraídos para várias experiências prazerosas no nosso ambiente. Apego (ragah), como o medo, se origina na imaginação (vikalpa). Isso acontece quando nós confundimos a experiência interna de graça (ananda) com um conjunto de circunstâncias ou fatores externos a nós, e damos a esta associação o nome de prazer (sukham). Imaginamos que este prazer depende da presença destas circunstâncias e fatores externos. Quando desaparecem, experimentamos o apego, a ilusão de que a alegria interna não retornará enquanto não possuirmos novamente aqueles fatores externos. Apego envolve se agarrar (anusaya) e, claro, sofrimento (dukha). Mesmo quando possuímos os fatores externos podemos experienciar o apego, devido ao medo (imaginação) de perdê-los. Entretanto, na realidade, a alegria (graça) existe por si mesma, incondicional e independente de fatores ou circunstâncias externas. Basta estar consciente (desperto) para experimentá-la.
Patânjali continua e nos diz no Sutra II.8 que “Aversão é a cola (liga) do sofrimento.” Da mesma forma, sentimos aversão por várias experiências no nosso ambiente. São termos relativos, e o que é doloroso para uns pode ser prazeroso para outros. Porém, há uma terceira possibilidade de reação: o desapego, que Patânjali propõe como a prática-chave para irmos além do prazer e da dor (ver verso I.12, 15).
Quando fazemos um profundo mergulho interior, um passo atrás da experiência dolorosa, sua causa se torna evidente. Cultivando esta perspectiva e compreensão, assim como paciência e tolerância, não ficamos perturbados durante muito tempo.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

As mensagens das árvores



"Quando plantei a primeira árvore, senti minha conexão com a mãe Terra".
Os elementais nutrem em espírito e sabedoria, tudo o que existe na natureza. Eles são o espírito dos elementos terra, água, ar, fogo e éter. Prontos a nos servir, aguardam o homem assumir o seu verdadeiro destino, que é ser rei da natureza. Quando comungamos com a natureza interna e externa, realizamos nossa deidade e somos um. Um dia, compreenderemos que humanidade, significa uma unidade, e então, seremos livres, ditosos, felizes e viveremos em paz.
Marcos
O que a natureza tem a nos dizer e a nos ensinar


Texto de Carlos Solano
A mensagem das árvores é para que os seres humanos descubram a totalidade e o amor que estão dentro deles e ajam de acordo com isso.” A frase é de Dorothy Maclean, que esteve no Brasil, em setembro, para lançar o livro O Chamado das Árvores (ed. Irdin). A história de Dorothy como parceira da natureza tem vários capítulos. Ela foi co-fundadora, em 1962, de Findhorn, uma ecovila (ou comunidade ecológica) pioneira, no norte da Escócia. Ali, lançou as bases de um trabalho, integrando humanidade e natureza, que alcançou o coração de pessoas do mundo inteiro interessadas em garantir o desenvolvimento sustentável.

O conteúdo do livro lançado aqui é a coroação desse trabalho e apresenta as árvores sobre uma perspectiva incomum. Dorothy é uma ambientalista e também é uma sensitiva. Há mais de 40 anos faz exercícios diários de meditação em busca de respostas para o propósito da vida. Nesse caminho, sua conexão com a natureza se tornou cada vez mais forte. Até um dia em que descobriu sua missão na Terra e atribuiu essa intuição ao contato com as árvores. Começou a ir para perto delas com seu caderno e anotar mensagens que recebia durante suas meditações. O livro é um compêndio desses delicados momentos e sugere como enfrentar o período desafiador em que vivemos.
“Nossas escolhas individuais afetam o planeta inteiro”, ensina Dorothy. “Como fazer com que elas se apóiem em uma visão cooperativa?” Como resposta, a autora ouviu uma mensagem, como se as árvores falassem: “Torne-se o que você na verdade é: um ser criativo e amoroso. Use esse critério em todos os atos, escolha amar o que você faz, amar o que você é, amar os seus semelhantes. Realmente tente fazê-lo, encare o que você não gosta em si mesmo e ame isso. É simples, mas não fácil. Entretanto, pode-se superar esse obstáculo com o ato de se encostar em uma árvore e sentir a paciência e a constância que ela é capaz de transmitir, restaurando essas qualidades em nós”.